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O estudo, conduzido por cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém, fornece uma ferramenta para mapear o papel de todos os genes humanos.

O autor sênior Nissim Benvenisty e seus colegas analisaram quase todos os genes do genoma humano gerando mais de 180.000 mutações.

Para gerar uma quantidade tão grande de mutações, a equipe combinou a técnica de rastreamento CRISPR-Cas9 com uma nova forma de célula embrionária recentemente isolada.

Este novo tipo de célula, abriga apenas uma cópia do genoma humano em vez de dois, tornando a edição genética mais fácil de executar, porque apenas uma cópia do gene alvo precisa ser mutada. Isso se compara às células diplóides, em que ambas as cópias do gene precisam ser mutadas.

Conforme relatado na Nature Cell Biology , o estudo mostrou que apenas 9% de todos os genes no genoma humano são necessários para que as células-tronco embrionáriascresçam e sobrevivam, enquanto 5% delas de fato limitam seu crescimento.

Os pesquisadores também puderam examinar o papel dos genes que causam todos os distúrbios hereditários durante o desenvolvimento e crescimento iniciais. Além disso, eles demonstraram como os oncogenes podem afetar o crescimento embrionário.

“Esse atlas genético permite uma nova visão funcional de como estudamos o genoma humano e fornece uma ferramenta que mudará a maneira pela qual analisamos e tratamos o câncer e os distúrbios genéticos”, diz Benvenisty.

Outro resultado importante do estudo foi a identificação de um pequeno grupo de genes que são cruciais para a sobrevivência de células-tronco embrionárias, mas não para outros tipos de células.

O autor principal, Atilgan Yilmaz, diz que o estudo fornece uma nova estrutura para entender o que significa ser uma célula-tronco embrionária no nível genético.

“Quanto mais completa a imagem que temos da natureza dessas células, maiores as chances que temos para terapias bem-sucedidas na clínica ”. – Atilgan Yilmaz, Autor Principal.

REFERÊNCIAS:

Texto traduzido do site News-Medical.net

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