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Neste último sábado, dia 23, o Diário de Canoas publicou uma reportagem sobre o caso da menina Anna Djulia Dos Santos Matos, de sete anos. A menina sofre de Miopatia Congênita com Deficiência de Miosina, e, para buscar recursos para um tratamento fora do País, os pais da jovem tentam levantar a quantia de R$ 100 mil. A esperança é um tratamento, na Tailândia, ainda não aprovado no Brasil. A professora Patricia Pranke do Instituto de Pesquisa com Células-Tronco foi contactada pelo jornal para comentar sobre os casos de Turismo de Células-Tronco – nome dado para oportunidades de tratamentos milagrosos fora do País, que atrai muitas pessoas que já não veem mais solução para os seus casos no País.

Segundo a Professora, muitas clínicas vendem uma falsa ideia de eficácia do tratamento sem nenhum tipo de comprovação científica. O que na verdade acontece são cobranças por testes, sem a certeza de uma resposta eficaz. “Caracterizamos como ‘Turismo de Células-Tronco’, pois aproveitam de um momento vulnerável de uma família”, comenta a pesquisadora.

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