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A partir do uso de células-tronco embrionárias humanas, o cientista Charles Murry e sua equipe da Universidade de Washington em Seattle conseguiu regenerar parcialmente o coração infartado de macacos com cardiomiócitos (células musculares do coração). O resultado atingido por Murry foi publicado em abril deste ano, na revista Nature.

O novo experimento é um avanço para a pesquisa regenerativa na cardiologia. Apesar do sucesso atingido, alguns primatas sofreram de arritmia a longo prazo. Mesmo não sendo fatais, o efeito colateral constitui uma complicação grave para o avanço das pesquisas.

A pesquisa, que só havia sido realizada com pequenos roedores, sofreu um grande avanço, pois, para regenerar parte de um coração de um ratinho, é necessário 1 milhão de cardiomiócitos, enquanto, no caso dos macacos, foram necessários 1 bilhão. Os cientistas de Washington desenvolveram sua técnica para produzir esse volume de células cardíacas a partir de cultivos de células-tronco, incluindo o congelamento por turnos.

A notícia foi publicada pelo El País, ganhando destaque mundial pela importância do resultado encontrado.

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